26/10/2011

5 tecnologias que podem acabar com a humanidade

Em vez de catástrofes como a queda de um asteroide ou a misteriosa chegada de 21 de dezembro de 2012, é fácil acreditar que a raça humana pode colocar um ponto final em si mesma.

Exemplos em nossa trajetória não faltam, desde guerras travadas até invenções que nunca deveriam ter sido descobertas. O Tecmundo selecionou abaixo algumas dessas tecnologias mortais – e espera que nenhuma delas seja nosso algoz.

LHC
O exemplo é recente e até já saiu um pouco da moda, mas isso não significa que seu risco seja menor. Sigla para Large Hadron Collider (grande colisor de hádrons, em tradução livre), o LHC é uma estrutura subterrânea de anéis magnéticos com 27 quilômetros de extensão, posicionada entre a França e a Suíça. O objetivo do acelerador de partículas é descobrir como ocorre o choque entre elas, em um processo que resultou no Big Bang, por exemplo – e a partir daí achar a origem de todo o universo.




Projeto HAARP

O HAARP (Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) tem uma ótima causa: estudar a camada da ionosfera terrestre, responsável pela transmissão das ondas de rádio. O projeto norte-americano fica no Alasca e não incomoda ninguém – ou ao menos é isso que querem que a gente pense.






Stuxnet


Quando um vírus infecta seu computador, o maior risco é copiar senhas armazenadas ou deletar arquivos. Mas imagine um malware que pudesse fazer muito mais – e em sistemas que controlam usinas ou equipamentos militares.

Este é o Stuxnet, um vírus implacável que já atacou, entre milhões de outros computadores, o programa nuclear iraniano e a Siemens. Ele cria uma ponte entre o PC infectado e o invasor, possibilitando o controle total de máquinas importantes.


Imagine o caos instalado se alguém controlar máquinas militares dos Estados Unidos e colocar a culpa em um país considerado inimigo? Variações de seu código já foram encontradas até na Europa, mas nenhum detentor de sua fórmula chegou a causar uma catástrofe com ele. Ainda.

Nanotecnologia
Vamos com calma: antes de sair atacando o inimigo, saiba que, sem a nanotecnologia, você nem estaria lendo este artigo, já que os processadores são feitos a partir dela. Até roupas e alimentos entram na lista!

Voltando à destruição da humanidade, há duas possibilidades aqui. Na primeira, esses microrrobôs ganhariam autonomia, fugiriam de nosso controle e travariam uma verdadeira guerra contra nós, no maior estilo “O Exterminador do Futuro” – e levariam larga vantagem, já que estão presentes em quase tudo e em nível molecular.








Energia nuclear


Desde o lançamento das bombas atômicas no Japão, em 1945, a humanidade teme a geração de energia a partir de reações nucleares. E ela está coberta de razão: os armamentos com essa tecnologia promovem efeitos devastadores.

Quando achamos que ela já estava devidamente controlada, utilizando-a para gerar eletricidade, desastres como o de Chernobyl ou até de Fukushima surgem para comprovar a instabilidade e o perigo desse tipo de fonte de energia, mesmo que em menor escala. Em mãos erradas, como quase aconteceu durante a época da Guerra Fria, essa tecnologia pode mesmo causar o fim de nossa existência.

Fonte: Tecmundo

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