25/06/2011

Facebook ultrapassou 750 milhões de utilizadores



Los Angeles, Estados Unidos, 25 jun (Lusa) -- A rede social Facebook atingiu os 750 milhões de utilizadores ativos em todo o mundo, segundo dados não oficiais publicados hoje na página CNET.
A última vez que o Facebook revelou o número de utilizadores na sua plataforma de comunicação foi quando em julho de 2010 ultrapassou os 500 milhões de utilizadores.
Hoje a empresa recusou comentar os novos dados que foram atribuídos a "fontes próximas da companhia".

24/06/2011

Ataque de negação de serviço DoS


Um ataque de negação de serviço (também conhecido como DoS, um acrônimo em inglês para Denial of Service), é uma tentativa em tornar os recursos de um sistema indisponíveis para seus utilizadores. Alvos típicos são servidores web, e o ataque tenta tornar as páginas hospedadas indisponíveis na WWW. Não se trata de uma invasão do sistema, mas sim da sua invalidação por sobrecarga. Os ataques de negação de serviço são feitos geralmente de duas formas:
  • Forçar o sistema vítima a reinicializar ou consumir todos os recursos (como memória ou processamento por exemplo) de forma que ele não pode mais fornecer seu serviço.
  • Obstruir a mídia de comunicação entre os utilizadores e o sistema vítima de forma a não comunicarem-se adequadamente.


Ataque distribuído


Em um ataque distribuído de negação de serviço (também conhecido como DDoS, um acrônimo em inglês para Distributed Denial of Service), um computador mestre (denominado "Master") pode ter sob seu comando até milhares de computadores ("Zombies" - zumbis). Repare que nestes casos, as tarefas de ataque de negação de serviço são distribuídas a um "exército" de máquinas escravizadas.
O ataque consiste em fazer com que os Zumbis (máquinas infectadas e sob comando do Mestre) se preparem para acessar um determinado recurso em um determinado servidor em uma mesma hora de uma mesma data. Passada essa fase, na determinada hora, todos os zumbis (ligados e conectados à rede) acessarão ao mesmo recurso do mesmo servidor. Como servidores web possuem um número limitado de usuários que pode atender simultaneamente ("slots"), o grande e repentino número de requisições de acesso esgota esse número de slot, fazendo com que o servidor não seja capaz de atender a mais nenhum pedido. Dependendo do recurso atacado, o servidor pode chegar a reiniciar ou até mesmo ficar travado.
Vírus conhecidos criados para a distribuição de rotinas de ataque de negação de serviço incluem "Codered", "Slammer", "MyDoom" e "MyPenis", "MyBalls" , que escravizam o infectado. Ferramentas conhecidas de ataques DDos incluem "Fabi" (1998), "Blitznet", "Trin00" (jun/1999), "TFN" (ago/1999), "Stacheldraht" (set/1999), "Shaft", "TFN2K" (dez/1999), "Trank".

Fonte: Wikipedia

Site do IBGE é invadido por hackers

página do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na internet foi atacada, na madrugada desta sexta-feira (24), por hackers. No site, há um aviso informando que, no mês de junho, o Brasil sofrerá o “maior número de ataques de natureza virtual” de sua história. Ao longo desta semana, também já foram alvos de hackers as páginas da Presidência da República, da Receita Federal, do Ministério do Esporte e da Petrobras.

Confira a foto da página hackeada:




Site do IBGE foi hackeado na madrugada desta sexta-feira (24)

Outros ataques

Nesta quinta-feira (23), a página do Ministério do Esporte também foi alvo de hackers. De acordo com a assessoria, o ataque foi periférico e não alterou o sistema central da página, nem a parte de dados. O Ministério, no entanto, optou por tirar o site do ar, para uma varredura. Só após isso, será possível fazer um diagnóstico mais detalhado do ataque.


Já na madrugada da quarta-feira (22), foi a vez dos portais da Presidência da República e da Receita Federal serem atacados e retirados do ar por hackers. Segundo o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) – empresa pública que presta serviços de tecnologia da informação para os órgãos do governo –, os ataques foram feitos com cerca de 2 bilhões de acessos às páginas.

Invasões frequentes

De acordo com o diretor superintendente do Serpro, Gilberto Paganotto, as tentativas de invasão aos sites do Governo são frequentes. Ele informou que o Serpro dispõe de um grupo de funcionários bem treinados para acompanhar, por 24 horas, os eventuais tentativas e ataques de hackers.

Os hackers fazem acessos de computadores e provedores espalhados no mundo todo, causando a queda da página ou a operação com lentidão. No site da Receita Federal, foram registrados cerca de 300 mil acessos simultâneos – volume que, normalmente, leva uma hora para ser registrado durante a entrega de declarações do Imposto de Renda.


A ação realizada pelos hackers na página do IBGE é diferente da que derrubou os portais da Presidência e do governo brasileiro na quarta. No caso do IBGE, foi feita uma “pichação” no site, ou uma alteração de página. Para derrubar os portais do governo, os hackers utilizaram sistemas que faziam múltiplas tentativas de acesso ao mesmo tempo, técnica batizada de “negação de serviço” e conhecida pelas iniciais em inglês DDoS (Distributed Denial of Service)

Fonte : O Globo, Portal Terra.

23/06/2011

A guerra digital já começou

Íntegra da carta que o grupo hacker Anonymous escreveu à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em resposta à afirmação de que seria um grupo que ameaça a segurança nacional de vários países e também da população - ver aqui.



“Em uma recente publicação, vocês destacaram o Anonymous como ameaça ao ‘governo e ao povo’. Vocês também alegaram que sigilo é ‘um mal necessário’ e que transparência nem sempre é o caminho certo a seguir.
O Anonymous gostaria de lembrá-los que o governo e o povo são, ao contrário do que dizem os supostos fundamentos da ‘democracia’, entidades distintas com objetivos e desejos conflitantes, às vezes. A posição do Anonymous é a de que, quando há um conflito de interesses entre o governo e as pessoas, é a vontade do povo que deve prevalecer. A única ameaça que a transparência oferece aos governos é a ameaça da capacidade de os governos agirem de uma forma que as pessoas discordariam, sem ter que arcar com as consequências democráticas e a responsabilização por tal comportamento.
Seu próprio relatório cita um perfeito exemplo disso, o ataque do Anonymous à HBGary (empresa de tecnologia ligada ao governo norte-americano). Se a HBGary estava agindo em nome da segurança ou do ganho militar é irrelevante – suas ações foram ilegais e moralmente repreensíveis. O Anonymous não aceita que o governo e/ou os militares tenham o direito de estar acima da lei e de usar o falso clichê da ‘segurança nacional’ para justificar atividades ilegais e enganosas. Se o governo deve quebrar as leis, ele deve também estar disposto a aceitar as consequências democráticas disso nas urnas. Nós não aceitamos o atual status quo em que um governo pode contar uma história para o povo e outra em particular. Desonestidade e sigilo comprometem completamente o conceito de auto governo. Como as pessoas podem julgar em quem votar se elas não estiverem completamente conscientes de quais políticas os políticos estão realmente seguindo?
Quando um governo é eleito, ele se diz ‘representante’ da nação que governa. Isso significa, essencialmente, que as ações de um governo não são as ações das pessoas do governo, mas que são ações tomadas em nome de cada cidadão daquele país. É inaceitável uma situação em que as pessoas estão, em muitos casos, totalmente não cientes do que está sendo dito e feito em seu nome – por trás de portas fechadas.
Anonymous e Wikileaks são entidades distintas. As ações do Anonymous não tiveram ajuda nem foram requisitadas pelo WikiLeaks. No entanto, Anonymous e WikiLeaks compartilham um atributo comum: eles não são uma ameaça a organização alguma – a menos que tal organização esteja fazendo alguma coisa errada e tentando fugir dela.
Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar qualquer nação.
Nós apenas queremos tirar o poder investido e dá-lo de volta ao povo – que, em uma democracia, nunca deveria ter perdido isso, em primeiro lugar.
O governo faz a lei. Isso não dá a eles o direito de violá-las. Se o governo não estava fazendo nada clandestinamente ou ilegal, não haveria nada ‘embaraçoso’ sobre as revelações do WikiLeaks, nem deveria haver um escândalo vindo da HBGary. Os escândalos resultantes não foram um resultado das revelações do Anonymous ou do WikiLeaks, eles foram um resultado do conteúdo dessas revelações. E a responsabilidade pelo conteúdo deve recair somente na porta dos políticos que, como qualquer entidade corrupta, ingenuinamente acreditam que estão acima da lei e que não seriam pegos.
Muitos comentários do governo e das empresas estão sendo dedicados a “como eles podem evitar tais vazamentos no futuro”. Tais recomendações vão desde melhorar a segurança, até baixar os níveis de autorização de acesso a informações; desde de penas mais duras para os denunciantes, até a censura à imprensa.
Nossa mensagem é simples: não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas. Não façam acordos corruptos que vocês não terão que se preocupar sobre sua corrupção sendo desnudada. Não violem as regras e vocês não terão que se preocupar com os apuros que enfrentarão por causa disso.
Não tentem consertar suas duas caras escondendo uma delas. Em vez disso, tentem ter só um rosto – um honesto, aberto e democrático.
Vocês sabem que vocês não nos temem porque somos uma ameaça para a sociedade. Vocês nos temem porque nós somos uma ameaça à hierarquia estabelecida. O Anonymous vem provando nos últimos que uma hierarquia não é necessária para se atingir o progresso – talvez o que vocês realmente temam em nós seja a percepção de sua própria irrelevância em uma era em que a dependência em vocês foi superada. Seu verdadeiro terror não está em um coletivo de ativistas, mas no fato de que vocês e tudo aquilo que vocês defendem, pelas mudanças e pelo avanço da tecnologia, são, agora, necessidades excedentes.
Finalmente, não cometam o erro de desafiar o Anonymous. Não cometam o erro de acreditar que vocês podem cortar a cabeça de uma cobra decapitada. Se você corta uma cabeça da Hidra, dez outras cabeças irão crescer em seu lugar. Se você cortar um Anon, dez outros irão se juntar a nós por pura raiva de vocês atropelarem que se coloca contra vocês.
Sua única chance de enfrentar o movimento que une todos nós é aceitá-lo. Esse não é mais o seu mundo. É nosso mundo – o mundo do povo.
Somos o Anonymous.
Somos uma legião.
Não perdoamos.
Não esquecemos.
Esperem por nós…”

20/06/2011

Windows 8 poderá ter suporte para envio de mensagem SMS

Informações obtidas pelo site Redmond Pie indicam que a versão final do Windows 8 poderá contar com o envio e recebimento de mensagens SMS. Investigações feitas no código fonte da build 7989 do sistema operacional, vazada recentemente, também indicam a presença de um recurso de geolocalização para uso em dispositivos portáteis.
Tais recursos reforçam as evidências de que o foco da empresa com o novo produto vai além dos computadores pessoais, algo reforçado pela Microsoft durante a apresentação oficial do Windows 8. Tudo indica que as novidades serão utilizados como uma forma de possibilitar a realização de ligações e envio de mensagens a partir de tablets e notebooks compatíveis com a tecnologia 3G.

Novo teclado virtual

Outra novidade presente na Build 7989 é o teclado virtual reformulado para uso em dispositivos com tela de toque. Além de permitir a concentração de teclas nas partes laterais da tela, a Microsoft incluiu uma lista variada de emoticons, que pode ser adicionados facilmente às mensagens com um simples toque do dedo.


Usando engenharia reversa na versão preliminar mais recente do Windows 8, o usuário do Twitter Thomas Hounsell descobriu sinais que confirmam a presença de uma loja de aplicativos. Segundo as informações publicadas, será possível desbloquear funções extras no sistema operacional através da compra de licenças online, o que pode indicar o fim dos nomes Basic, Home e Ultimate.



Caso as informações se confirmem, a loja de aplicativos pode significar que todos os usuários do novo software contariam com os mesmos recursos em um primeiro momento. Para aqueles que precisam de mais recursos, uma simples compra online seria o suficiente para desbloqueá-los, o que tornaria a experiência com o produto mais personalizada.
A Microsoft não se pronunciou quanto a essa possibilidade, ainda guardando mistério sobre a forma como administrará a venda de novos aplicativos e funções.
Fonte : Baixaki

14/06/2011

Mitos sobre trabalho em equipe que acabam com a produtividade


O professor de psicologia organizacional e social da Harvard University, J. Richard Hackman quebra algumas das principais crenças das empresas em relação a trabalhar em grupo. 

Mito 1 – A harmonia entre os colaboradores é essencial

O que ocorre é justamente o oposto, mostram pesquisas. Conflitos, quando bem gerenciados e focados em um objetivo comum, podem gerar soluções mais criativas. Os questionamentos são bons para a equipe. Além disso, pesquisas detectaram que as orquestras sinfônicas nas quais nem todos os membros estão em harmonia tendem a tocar um pouco melhor do que a média.

Mito 2 – Novos membros trazem energia e frescor de ideias

Na realidade, as pessoas que já trabalham juntas há algum tempo conseguem entregar melhores resultados do que grupos nos quais existe uma rotatividade maior de pessoas. O professor cita que trata-se de um tema comprovado cientificamente, apesar da crença de que quem está junto há muito tempo tende a ficar acomodado.

Mito 3 – Quanto maior a equipe, melhor

Acredita-se que quanto maior o grupo, mais chances de sucesso, já que aumenta o esforço para conseguir um objetivo comum. No entanto, equipes excessivamente grandes dificultam uma colaboração efetiva entre seus membros, o que acaba com o principal diferencial do trabalho em time. Além disso, fica mais complicado coordenar as atividades conjuntas.

Assim, pequenos times tendem a ser mais eficientes e gerar menos frustrações.

Mito 4 – Reuniões presenciais são coisa do passado

Por mais que as tecnologias tenham facilitado a comunicação entre as pessoas, fazer um trabalho 100% a distância pode não ser tão eficiente. Pessoas trabalhando de forma remota tendem a ficar em desvantagem. Uma série de empresas que trabalham com equipes dispersas já percebeu, segundo o professor de Harvard, que isso aumenta o tempo e os gastos dos projetos, em relação ao modelo tradicional, no qual os profissionais têm um contato face a face.

Mito 5 – Tudo depende do líder

A participação do líder, realmente, faz a diferença no trabalho em equipe. Mas a coisa mais inteligente que um chefe pode conseguir é criar condições para que cada membro de uma equipe consiga gerenciar sozinho suas tarefas e demandas.

Além disso, o papel da liderança é garantir que as coisas ocorrerão como o previsto. Pesquisas indicam que as habilidades do chefe no dia a dia só correspondem a cerca de 10% das variáveis para o sucesso de um trabalho. A maior parte, 60%, está relacionada ao ambiente para elaboração das iniciativas.

Fonte: OlharDigital

06/06/2011

Hackers atacam servidores norte-americanos da Nintendo.

A Nintendo acaba de admitir que alguns dos seus servidores dos Estados Unidos foram alvo de um recente ataque de hackers.

Nenhum serviço foi, porém, afetado e a empresa garante que as informações dos utilizadores estão em completa segurança.

O servidor não continha dados dos utilizadores. "Proteger a informação dos consumidores é a nossa maior prioridade, pelo que monotorizamos a nossa segurança constantemente", declarou a Nintendo of America num comunicado.

O referido ataque foi reivindicado pelo Lulzsec, grupo responsável por ações contra a Sony.


Os hackers assumiram a culpa, mas acrescentaram que não quiseram prejudicar a empresa.


"A Nintendo não é o nosso alvo. Gostamos demasiado da Nintendo64 e esperamos que a falha de segurança seja resolvida", acrescentaram.

05/06/2011

A falta de profissional na área TI afeta E-Commerce



A falta de mão de obra qualificada que afeta a indústria brasileira também é um problema para o setor de comércio eletrônico. O levantamento "Vendas Online no Brasil: uma Análise do Perfil dos Usuários e da Oferta pelo Setor de Comércio", divulgado hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que o número de empresas que utilizam a web como canal de venda cresceu 269% de 2003 a 2008.

Apesar da evolução, o número ainda é "inexpressivo" se comparado ao total do varejo brasileiro. A carência de trabalhadores qualificados para funções de tecnologia da informação (TI), segundo o Ipea, é um "fator importante", que limita o desenvolvimento do comércio eletrônico.

Luis Claudio Kubota, pesquisador do instituto, afirma que, na média, o setor de compras online emprega menos mão de obra qualificada que a indústria. "E-commerce não é passe de mágica. Para colocar um site de compras no ar é necessário toda uma retaguarda de tecnologia da informação para atender o usuário, além da questão logística", afirmou, em entrevista coletiva realizada em Brasília e transmitida pela internet.
A sondagem do Ipea mostra que, entre 2003 e 2008, o total de empresas que abriram canais de venda pela web passou de 1.305 para 4.818, o que corresponde a apenas 0,4% do total das companhias varejistas. A receita passou de R$ 2,4 bilhões para R$ 5,9 bilhões, aumento de 145%, mas ainda assim representa menos de 1% do total da receita do varejo brasileiro. "Esse processo de mudança está concentrado nas capitais e nas grandes cidades", disse Kubota.

O comércio não especializado - hipermercados, supermercados, lojas de departamentos e mercearias, entre outros - responde por 24,7% do total das vendas online e o de outros produtos em lojas especializadas, 73%. O restante se enquadra no comércio de produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,2%) e de tecidos, artigos de armarinho, vestuário e calçados (2,1%).